Amigos, o que seria de nós sem eles? Simplesmente, quando o amor nos atingisse de uma forma que nos tacasse contra o chão, não teria uma alma se quer para nos erguer a mão e nos puxar pra cima novamente. E quando isso acontecesse de novo, e de novo, e de novo, e de novo... Temos que agradecer por tudo que já fez por nós, por tudo de verdade. Por cada palavrinha de conforto ou até mesmo aquelas que você não queria ouvir, mas precisava ouvir. Ou até mesmo daquelas vezes que te mandou calar a boca por falar tanta besteira, ou por implorar para falar uma palavra para mudar o seu próprio humor. Ou das vezes que sem você pedi, ele amostrava o ombro e dizia: “Pode chorar” e você chorava que nem um bebê quando está com medo do escuro. Ou quando você não sabia o que fazer e pediu ajuda. Ou quando você sofria calado, e chegava ele e começava a falar coisas para te confortar mesmo que você não tivesse pronunciado se quer uma palavra. Ou quando você sorria por nada, não tinha motivo, e ele te acompanhava. Ou quando você chorava por nada, não tinha motivo, e ele te acompanhava. Ou quando você brigava por nada, não tinha motivo, e ele te acompanhava. Ou quando você gritava por nada, não tinha motivo, e ele te acompanhava. Ou quando você o abraçava por nada, não tinha motivo, e ele te retribuía. Ou quando você se declarava por tudo, e tinha motivo, e ele te retribuía... Amigos, amigos e amigos... aqueles malucos, doentes, verdadeiros acima de tudo, companheiros, carinhosos, idiotas, filhos da mãe! Mas são meus malucos, meus doentes, meus companheiros, meus carinhosos, meus idiotas, meus filhos da mãe, são meus e eu os amo de mais. s2
Escritora: Laís Souza

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